Terça-feira, 10 de Junho de 2008

GEOGRAFIA

 

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GEOGRAFIA  DA  TURMA

 

            A  nossa turma era, maioritariamente, de Mação.

         Dos rapazes, apenas dois o não eram: o Manuel Granja [Corga/Castelo] e o Artur [Penhascoso]. E, mesmo assim, só este é que pernoitava nos pátrios lares, palmilhando os cerca de 5Km [2X] a pé,  pois o M. Granja vivia em Mação, com as irmãs, à entrada da Rua da Amieira, à direita.

         Quanto às meninas, só duas eram de Mação: a Branca e a Cremilde. Porém, todas viviam na Vila.

         Havia, portanto, seis maçanicos e cinco não maçanicos!

         Uma maioria curta!!!

         Claro, considero o Vale de Mação parte de Mação!

 

 

Sócrates Daqui

 

 

publicado por Aristófanes às 11:53

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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Aritmética

Mais textos?

 

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ARITMÉTICA

 

Na Admissão, tivemos uma preparação excelente em Aritmética, disciplina que era ministrada pelo Prof. Lalanda. A par das noções teóricas, recebemos uma rigorosa preparação prática.

Resolvemos o Caderno de Problemas 1111, que já não era muito fácil! E, acabado este, exercitámo-nos no Caderno de Problemas de A. de Almeida Lucas, que era um verdadeiro quebra-cabeças, além de ser extensíssimo. Era, seguramente, o caderno mais difícil daquele tempo. Tinha problemas quase impenetráveis, de que apresento um exemplar para se poder aquilatar o seu índice de dificuldade.

         Usávamos uma Sebenta onde resolvíamos os problemas e as questões, que o Prof. Lalanda corrigia e «premiava» consoante o desempenho de cada um!

         Eis duas folhas de uma sebenta:

                                                                                                                                                            

 

         Eis um dos problemas inserto no Caderno de Problemas do A. Almeida Luncas, um verdadeiro quebra-cabeças! :

 

 

         Problema nº. 

 

     Problema nº. 91:

  Um professor propôs 20 problemas a um aluno, na condição deste receber $50 por cada problema que acertasse e de pagar ao professor $80 por cada um dos que não soubesse resolver.

     No fim, o aluno recebeu 3$50.  Quantos problemas acertou?

 

Sócrates Daqui

 

publicado por Aristófanes às 21:29

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

DITADOS II

 

         Como se disse no precedente texto, todos os dias fazíamos um ditado, digamos, um ditado de treino ou de consolidação, tentando recuperar/manter os conhecimentos anteriormente adquiridos.

 

         A estratégia era a seguinte: feito o ditado, como os que a seguir se mostram, eram os cadernos distribuídos pelos alunos. Cada um via, marcava os erros encontrados, sublinhando-os a lápis e, ao alto, indicava a quantidade, escrevendo na última linha o seu nome. [Nem sempre se cumpria este procedimento, pois tenho alguns ditados sem indicação de quem o «viu»!.]

 Um acento umas vezes contava um erro, outras vezes apenas  ¼. Terminada esta primeira fase, os cadernos eram entregues à D. Elisa que, revendo-os,  ratificava ou rectificava  a «posição» do colega corrector. Quando havia tempo, e havia quase sempre, o caderno regressava ao seu dono que corrigia os erros, reescrevendo as palavras erradas correctamente, 5 [cinco] vezes cada uma. Assim é em todos os ditados que possuo!

         Por curiosidade, apresento um ditado corrigido por cada uma das meninas que compunham a turma da admissão em 1947-48!    Por ordem alfabética:  Engrácia e M. Branca; por ordem crescente de erros encontrados:  M. Céu e Cremilde [ No original vê-se, claramente, que é a Cremilde, mas na reprodução, nem tanto! Observe-se a antepenúltima linha, por baixo de frutas, cereais e na linha de  gados, logo a seguir.]

                                                                                     I                                                                                 

 

 

 

                                                                                                                                                         

                                                                                 ***

 

                                                                                   II

 

 

 

 ***

 

 III

 

 

 

 

 

 ***

 IV

 

 

 

 

  ***

         Mostram-se apenas ditados  corrigidos por meninas para dissimular… , por ora,  a identidade do escriba destas coisas!  Tenho-os corrigidos por toda a gente… menos por  um dos rapazes [se a memória me não atraiçoa]!

 

 

Sócrates Daqui

 

 

Post Scriptum

 

         Por curiosidade inclui-se também um ditado corrigido por um rapaz, o Elvino, para se ver como se encerravam os cadernos.  Este foi o último ditado dum caderno: o corrector escrevia  «acabado» e a D. Elisa confirmava a vermelho e rubricava!

 

 

 

Sócrates Daqui

 

 

 

 

publicado por Aristófanes às 23:39

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Domingo, 20 de Abril de 2008

DITADOS

 

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                                                         Ditados

                                                                                                                      

                                                                                                                       

                                                                                                                              

 

                  O  vale de Santarém é um destes lugares  privi-

           legiados  pela natureza,  sítios amenos  e deleitosos

           em  que as plantas, o ar, a situação,  tudo está  numa

           harmonia  suavíssima  e  perfeita:   não    ali  nada

           grandioso  nem  sublime,   mas    uma  como  simetria

           de cores, de sons,  de disposição em tudo quanto se

           vê  e  se  sente,  que  não  parece  senão que a paz, a

           saúde,  o sossego do espírito  e o repouso do coração

           devem  viver  ali,  reinar  ali  um  reinado de amor e

           benevolência. As paixões más, os pensamentos mes-

           quinhos,  os pesares  e  as vilezas da vida não podem

           senão fugir para longe.  Imagina-se por aqui o  Éden

           que o primeiro homem habitou com a sua inocência

           e com a virgindade do seu coração.

                 À  esquerda  do  vale,  e abrigado do norte  pela

           montanha  que  ali  se  corta  quase  a  pique,  está  um

           maciço  e  verdura  do  mais belo viço e  variedade.

           A faia,  o freixo,  o álamo entrelaçam os ramos ami-

           gos:  a  madressilva,  a mosqueta  penduram  de  um

           a  outro suas grinaldas  e  festões;  a congossa,   os

           fetos,  a malva-rosa do valado vestem  e alcatifam

           o chão.

 

 

 

            Normalmente, na Admissão, todos os dias, por volta das 8h 30m, fazíamos um ditado!  Na sala à esquerda, lá ao fundo. No colégio velho, na quinta das Encruzilhadas.

 

            Nem todos estavam ao mesmo nível de conhecimentos. Não falo das capacidades de cada um, falo do estado em que cada um se encontrava em relação à escola primária!

Uns tinham feito o exame da 4ª. classe em Julho, havia 2 meses. Estes estavam em vantagem, pois tinham lidado com estas coisas recentemente. Outros tinham feito a 4ª classe havia 1 ano, 2 anos… E havia ainda a Cremilde, que tinha transitado da 3ª. classe, directamente, para a admissão,  sem ter feito a 4ª. classe. Estava, pois, em clara desvantagem!

 

            Lembro-me que um dos primeiros ditados que fizemos, não o primeiro, foi o do texto acima transcrito!!!

 

Eu, por exemplo, apanhei 19  [dezanove] !!!

                                                                                                                          

Conta bonita… se se tratasse de classificação em valores! Mas o que eu apanhei foram 19 riscos, a lápis vermelho… dezanove erros!!! E, passe a modéstia, não fui dos que apanhei mais!

 

É que eu estava no 2º grupo e a perca de contacto com estas coisas destreinou-me, além de que os ditados naquele tempo faziam-se, digamos, de modo «directo», sem preparação. Ditava-se, contavam-se os erros, recebia-se o respectivo «prémio» e,  no fim, escreviam-se as palavras erradas, correctamente, um sem número de vezes!!! Quatro, no mínimo. Geralmente cinco.

Era a metodologia seguida… era a metodologia vigente!!!

 

Mais tarde, muito mais tarde, «descobri» que o ditado podia transformar-se numa actividade bem mais atraente, bem mais eficiente…

Quantas vezes eu exclamei: Oh! se eu soubesse isto naqueles tempos!  Mas, cada época tem os seus usos…     E, covenhamos, naquele estádio de conhecimentos a metodologia a seguir diferia, necessariamente da seguida no ciclo anterior. Este era de aquisição/consolidação, aquele de consolidação. Embora as fronteiras não sejam tão demarcadas nem tão estanques que não pudesse haver, particularmente na fase inicial do 2º ciclo, uma continuação de procedimentos aquisitivos! 

Voltando ao texto do Almeida Garrett[1] temos de convir que é muito difícil e muito longo. Vinte e duas linhas!

 

 

SócratesDaqui



[1] - Só, tempos depois, na Flul, ao analisar as  Viagens na minha terra, é que identifiquei este texto, que abre o capítulo X .

publicado por Aristófanes às 12:57

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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

QUEM É ESSE SÓCRATES DAQUI ???

 
 
 
 
 
 
 
 

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[ Intervenção de Incognitus ]
 
O  Narrador  destes  textos  é, dentro da  nomenclatura  narratológica  introduzida por  Gérard   Genette,   um   narrador   ora    autodiegético,    ora    homodiegético,   ora,  ainda,  heterodiegético!  [1]
                                                                                                                                                  
………………………………………………………………………………………
- Chiça! If! Uf!  Que nomes!!! 
O Sr. Incógnitus está exagerando… hoje é 3ª. feira… o domingo ainda vem longe!!!
………………………………………………………………………………………
                                                                                                                                               
Após isto, e porque se pergunta quem é esse famigerado Sócrates Daqui, dir-se-á que é um dos cinco abaixo indicados [ por ordem alfabética ]:
                                                                                                      
 
                                                           Artur de Matos Marques
                                                           José Carlos da Silva Gueifão
                                                           Luís Mário Simões Marques
                                                           Manuel da Silva Granja
                                                           Mário da Silva Rocha
 
Dado que o enigma se mantém, eu, Incognitus, detective privado [… de muitas coisas! ] resolvi, portanto, indagar!. Assim, de busca em busca, apurei que: 
 
O Mário Rocha, lá das Caldas da Rainha adoptiva, disse-me que não, que não era ele, que tinha mais em que pensar do que andar às voltas com o passado…
O Manuel Granja, lá para os Brasis ou por outras quaisquer recônditas paragens…não foi visto nem achado; por onde andará ele?!  
O Luís Mário, envolvido numa convalescença, felizmente já prestes a terminar, diz que não tem tido cabeça para estas coisas…
O Zé Carlos, a contas com outras problemáticas existenciais, diz-nos que as suas preocupações hodiernas se relacionam com a transição cidade/província, num salutar regresso às origens, e, naturalmente, com o estabelecimento de um clima propício a esta mudança sem perturbações psicológicas sempre a evitar nesta fase da vida …
O Artur, dividido entre Almada e o Alentejo [exactamente em Cabeção, a terra do recentemente inaugurado Fluviário [ele chama-lhe Aquário – o Aquário de Cabeção] falou-nos dos seus projectos, do que ainda pensa realizar se o tempo o permitir e se a paciência lhe não faltar... Enfim, preocupações várias e projectos variados em vias de realização… afirma-se, portanto, preocupado, neste momento, com muitas e desvairadas andanças…
………………………………………………………………………………………
Então, afinal, em que ficamos?
 
Não sei, mas garanto-vos que, seguramente, é um dos cinco acima referidos, necessariamente! E um dos inquiridos «mente», forçosamente, ou, pelo menos, não diz a verdade, ludibriando-nos com informações verdadeiras, supomos, mas não assertivas!!!, salvo o Granja que, como se disse, se encontra algures, em local desconhecido…
Qual será, então, o impostor?
Qual será o Sócrates Daqui?
Olhem-lhes  para as jovens  e sorridentes frontes [Só o Mário Rocha é que está com cara de caso… será ele?... ou um dos outros, escondendo-se por detrás daquele risinho… enganador?]  e dêem palpites!
Qual deles?
 
O tipo de riso não vos diz nada?
                                                              
                                                                                                                                                   
                                                                                                                                                    
1 - Riso aberto                                               
2 - Riso contido                                        
3 - Riso enigmático                      
4 - Riso discreto 
5 - Riso ausente  
                                                                                                                                                                                                                                                     
 
 
 
 
Observem-nos bem, … imaginando-os septuagenários, bem entendido, mirando, obviamente, um espelho!!!
Que tal?
Nada de pistas??? 
 
Um destes, absolutamente… mas, com estas «carinhas», não vejo grandes hipóteses…
 
Qualquer dia reabordarei a temática, provavelmente com novos dados e novos desenvolvimentos, e descobrir-lhe-ei, quiçá, a careca!!!
Porém, um deles é, garanto-vos!
 
 
Incognitus
[Detective privado … de senso!]
 
1-IV.2008

 

[1] - Informação colhida junto de fontes que se dizem próximas do escriba destas coisas…mas que, de modo algum, levantarão o véu…
publicado por Aristófanes às 01:05

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Sábado, 22 de Março de 2008

O CACHECOL DA PRECIOSA

 

 

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       Na noite do almoço, em Mação, aos trinta de Junho de 2007, em plena Feira Amostra, encontrámos a Preciosa.

       A Preciosa, quando andávamos no quinto ano, seria, talvez, caloira.  Não me recordo!

         Obviamente que falámos do Colégio e contou-nos uma peripécia deveras engraçada.

………………………………………………………………………

 

         Todas as vezes que ela [Preciosa] passava pela loja do Sr. Manuel Marques, o pai da Cremilde, a Cremilde Marques Gigante,

 

  

            [  Gravura de um tempo anterior ao tempo a que aqui se alude…

    …mas que tem a curiosidade de mostrar a Rua de Sacadura Cabral,

    espaço físico suporte das sequências descritas!

           Lá em baixo, à esquerda, estaria a loja do Sr. Manuel Marques…

           A Torre do relógio indica o início da Calçada de S. Pedro, que

   leva ao Colégio…

            Por aqui circulavam as personagens desta história…  ]

 

encantada com os cachecóis expostos, não resistia:

 

         - Ó! Sr. Manuel Marques, dê-me um cachecol destes!

 

         Claro, o Sr. Manuel Marques fazia ouvidos de mercador…

 

         E tantas vezes a Preciosa pediu o objecto dos seus sonhos, que, um belo dia, o Sr. Manuel Marques lhe propôs:

 

         - Sim, dou-te um cachecol, mas é preciso que vás correr a malta do quinto ano à pedrada!  [ A malta do quinto ano éramos nós… ]

 

         A pobre da Preciosa sentiu ir por água abaixo a peça que tanto ambicionava…mas não por se achar incapaz de correr a rapaziada do quinto à pedrada, como se esperava!  

 

Não! Isso nunca!!! Jamais, jamais jamais… [ à portuguesa ou à francesa! ] 

 

Pensou, pensou… e…

 

         - Sim, Sr. Manuel Marques, eu corro-os à pedrada…, mas…, depois…, o Lalanda!!!???

 

         O Sr. Manuel Marques, perante tal resposta e estupefacto, rendeu-se à intrepidez da miúda:

 

         - Sendo assim… leva lá o cachecol!!!

 

         Apenas o Professor Lalanda a intimidava!

 

         Uma mulher d’ armas!!!

 

SócratesDaqui

 

 

 

publicado por Aristófanes às 05:59

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Sábado, 8 de Março de 2008

GRAMÁTICA MODERNA

GRAMÁTICA  MODERNA 1

 

 

 nº. 1   21.III.1948:

 

                                               [1ª. pág., canto inferior esquerdo]

 

 

 

Verbos … alegremente intransitivos:

 

                        cabulei, cabulaste, cabulou

                        cabulámos, cabulastes, cabularam …

 

 

Verbos … ridiculamente intransitivos:

 

                        chumbei, chumbaste, chumbou,

                        chumbámos, chumbastes, chumbaram …

 

 

Verbos … tardiamente intransitivos:

 

                        chorei, choraste, chorou,

                        chorámos, chorastes, choraram…

 

                                   [tarde piaste]

 

 

Verbos … dolorosamente transitivos:

 

                        e os pais … pagaram …

 

 

***

 

Nesta brincadeira gramatical, cujo autor é o Prof. Lalanda, está sintetizada boa parte da «filosofia» do colégio!

  

SócratesDaqui

 

 

1- Com este texto encerramos o capítulo!  Creio que nada mais do publicado diz  respeito à nossa turma, salvo referências pontuais a condiscípulos nossos no corpo de um ou outro artigo, sem grande relevância .  É certo que nem esta «Gramática Moderna» se relaciona connosco, mas, como já acima se referiu, ela define uma certa orientação que diz respeito a todos.

publicado por Aristófanes às 20:10

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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

DICHOTES

 

 

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DICHOTES

 

 

 nº. 1   21.III.1948:

 

 

- Que o Abílio não continuou a resolver os problemas, porque se lhe partiu a … perna  do lápis.

 

 

- Que o Artur de Penhascoso chamou ao coelho ave de capoeira.

 

 

- Que o Elvino, redigindo sobre a utilidade dos animais domésticos, disse que uns nos faziam companhia de dia, outros de noite..

Para estes, Elvino, aconselhamos D.D.T.

 

 

 

*****

 

 nº. 2   18.IV.1948:

 

                  - Que o Carrega viu um pedaço de «Andorinha» na rua.

                        - Quem seria o bárbaro? exclamou, indignado. [1]

 

                  - Que o João Luís do 1º. ano, quis experimentar a resistência do fundo do tanque do Jardim Público, e… atirou-se-lhe de cabeça.

             Olha, João Luís, atira-te do mesmo modo aos livros, se não mergulhas…

 

 

            Nota do compilador:

                                                  Nesta altura, o João Luís andava na admissão.

 

 

*****

 

 nº. 8   15.I.1950:

 

 

- … que, depois das férias, o Rocha explicou-se bem em «Português» e   ficou mudo em «Francês».

Por patriotismo ?

Deixe-se de excepções. Estude-lhe e estude-lhe bem, para sua felicidade.

 

  

ïïïïï    õõõõõ       ïïïïï

 

 

            Eu tinha uma razoável lista de «dichotes» [2], ocorridos durante as aulas, mas o acidentado do meu percurso existencial, com a casa, frequentemente, às costas e por diversas paragens, fez desaparecer o caderno onde os anotara!

            Divulgá-los- ia aqui, anónimos, é claro! Mas…

 

Lembro-me apenas de quatro e somente da paternidade de três!

 

Ei-los:

                        I   «O turismo suiço é uma potência mundial

 

                      II    «…e, na encosta, ouvia-se o barulho das pedrinhas rio abaixo, rio acima…»

 

                                 III   Na cadeira de português, num ponto, pedia-se que puséssemos no superlativo absoluto simples todos os adjectivos que  reconhecêssemos num determinado período. Entre outros havia o vocábulo  árabe, que, não me recordando do texto, não posso dizer se se tratava de um substantivo ou de um adjectivo. Sei, isso sim, que um de nós escreveu:    

                                                                                          arabíssimo  !!!

 

                                 IV      ???   Estávamos na aula de inglês… e certas palavras, quando lidas indevidamente, são muito «traiçoeiras»…  e nesta situação o Dr. Baptista agravou o cenário, proferindo a má pronúncia três vezes, não dando conta!!!

                      

         Suponhamos  que  a  palavra  inglesa  bem  pronunciada  era:  

e  mal  pronunciada era:  !

                                                                                                                                                      

         Tratava-se do título do texto:   The 

                      E a/o discente leu:       The  ☻                   

 

                      Eis a correcção feita pelo Dr. Baptista, dita com todas as  letras  e com a  mais calma e serena das naturalidades: 

 

  

                                         -Ó … [nome do/a discente]:  Qual   nem meio      é  e não é !!!

 

 

= palavrão [1] !

 

*****

 

Do primeiro, do terceiro e do quarto, lembro-me da paternidade… mas de maneira nenhuma a revelarei !

Do 2º, apenas sei  que ocorreu numa redacção, ainda no Colégio da Quinta !

 

         Se alguém se lembrar de outros «dichotes», conto que mos envie, via correio electrónico» [ socratesdaqui@sapo.pt ] , conquanto o faça sem indicar a paternidade, mesmo que a saiba!!!   

 

         Divulgar-se-ão para nosso divertimeto. E só será divertido, se, continuadamente,  nos interrogarmos, retoricamente: e este, de quem será?  Sem nunca nos interessar, verdadeiramente,  saber de quem é!!!

 

SócratesDaqui

 

 



[1]  - Isto de palavrões tem que se lhe diga!!!     Naquele tempo, graças a uma

          formação humanista generalizada, havia grande comedimento… e este tipo

         de palavrão a que me  refiro  ouve-se hoje com frequência na  boca de gente

         de «luva e de  colarinho»---

 

 

 

 

publicado por Aristófanes às 10:33

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Terça-feira, 4 de Março de 2008

Prosadoras e Prosadores da nossa Turma

 

PROSADORAS   E   PROSADORES   

DA   NOSSA   TURMA

 

I

 

 

nº. 1   21.III.1948

 

 

 

 

Notas do compilador:

 

                    I –  Nesta altura, a Engrácia e a Maria do Céu andavam na 

                          admissão!

 

                   II – Qual a razão do título, que me parece inadequado, e por isso  

                          suspeito que tenha havido troca na tipografia ?

 

                  III – Por que motivo  os noivos pedem perdão aos pais?

 

          A Engrácia e/ou a Maria do Céu poderão esclarecer as duas últimas notas?

          Claro, se as lerem! …  

          Endereço electrónico:    socratesdaqui@sapo.pt

 

 

 

 *****

II

 

 

 

 

nº 8  15.I.1950

 

 

 

 

 

 *****

 

III

 

nº 8  15.I.1950

 

 

 

*****

IV

 

 

 

nº 8  15.I.1950

 

 

  

 

SócratesDaqui

 

 

publicado por Aristófanes às 10:52

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Domingo, 2 de Março de 2008

POETISAS E POETAS DA NOSSA TURMA

 

 

 

 nº 1 - 21.III.1948

 

 

  Ao tocar da campainha

  Eu fico logo a tremer

  Lembrar-me que sou chamada

  E não saber responder                                              Cremilde

 

 

 

 

 

* * * * *

 

 

 

 

 nº 2 - 18.IV.1948

 

 

  Já declarei guerra às moscas…

  Que bela declaração!

  Com elas todos embirram,

  As aranhas é que não…                                            Carrega

 

 

  Não tens pena de ser assim?

  Por que não sabes as lições? 

  É por isso que às vezes,

  Te sentes em aflições.                                               Branca

 

  Não tens pena de ser assim?

  Por que andas tão pintada?

  Põe menos bâton nos lábios,

  Não sejas endiabrada.                                              Maria do Céu

 

 

  Quando passas já pintada,

  Tu nem olhas para mim…

  Vê bem que vais mascarada…

  Não tens pena de ser assim?                                   Cremilde

 

 

 

* * * * *

 

 

 

 

 

  3  - 16.V.1948

 

  Ó menina lave a cara,

  Que a traz tão pintada.

  Quando a parede é fixe,

  Não precisa rebocada.                                             Maria do Céu

 

 

  Gosto muito das avezinhas,

  Gosto muito dos seus ninhos.

  Gosto mais das andorinhas,

  Que lindos os passarinhos!                                     Branca

 

 

  Que lindos os passarinhos!

  Nos seus ninhos chilreando.

  Bonitas as avezinhas

  Que aos anjos vão cantando.                                    Carrega

 

 

  É um encanto ouvi-los,

  Quando passam a cantar,

  Que lindos os passarinhos!

  Quem me dera assim voar!                                       Artur

 

 

  Que lindos os passarinhos!

  No seu belo pipilar,

  Só parecem companheiros

  Que nos vêm alegrar.                                               José Carlos

 

 

  Ui! Puxaram-me as orelhas,

  Ai! Mas que boa lembrança…

  Para me servir de emenda,

  E nunca voltar à dança.                                            Engrácia

 

 

  Ui! Puxaram-me as orelhas,

  E foi um bom conselheiro.

  Foi um polícia a guardar,

  Não voltei ao açucareiro.                                         Cremilde

 

 

  Por ter ido comer os bolos

  De que estava proibida,

  Ui! Puxaram-me as orelhas,

  Não fora eu atrevida.                                               Maria do Céu

 

 

 

 

* * * * *

 

 

 

Dos vates da nossa turma

Nada mais encontrei !

 

...............................

 

Entraram mais cedo em férias !

 

..............................

 

Foi mesmo o que eu pensei...!

 

 

  «Flores do meu jardim»

SócratesDaqui

 

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publicado por Aristófanes às 16:25

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Sábado, 1 de Março de 2008

ANDORINHA

 

 

 

                                                                                                                           

            Em 1948, mais exactamente aos 21.III, saía o número 1 de Andorinha, [ o cabeçalho do 1º. número abre este texto ],  um jornal escolar, editado no  Colégio  D. Pedro V, cujos colaboradores privilegiados eram as alunos: textos, linografias…

 

Julgo que só saíram 7 exemplares, tendo o último sido o nº. 8, porque o antepenúltimo fora duplo: 5-6.  A minha dúvida surge da leitura de um texto inserto na pág. 2 do nº 8:

 

«Interrompida a publicação de Andorinha, vemo-la de novo levantar voo,  e,  se Deus quiser 1,  a maiores alturas,  e por mais tempo.»

 

 

«… a maiores alturas, e por mais tempo … »

 

Ter-se-ia cumprido este desideratum?   

 

Penso que não!!!

 

 

Teve vida efémera, portanto!!

 

Todos os números saíram em 1948, salvo o último, o nº 8, que apareceu aos 15.I.1950.  Aliás, não se entende esta interrupção! E muito menos se «entende» a reviravolta operada!!!  …Enfim … «mistérios que o império tece»!!!... 

 

 

         Vivia das vendas [de que os alunos se encarregavam], de assinanturas e dos anúncios apresentados de maneira humorística!

        

         Nos exemplares de Andorinha que possuímos, os acima referenciados, respigámos tudo, salvo alguma desatenção, o que foi produzido pela nossa turma e tudo quanto acerca dela se disse, reunindo tudo isto  em três séries, que, sucessivamente, aqui reproduziremos:

                                                                                                                                                                      

                         1 - Poetisas e Poetas de a nossa turma;

                                                                                               

                         2 - Prosadoras/es de a nossa turma; e

                                                                                       

                         3 - Dichotes 2

 

 

 

                                    

                                                                                           

                                                                                              

SócratesDaqui



- Parece que não quis!!!   [Como facilmente se depreende, esta nota não faz parte do texto citado!]

2 - Eu chamo «dichotes», impropriamente, é certo, a certos  lapsus linguae…ou  lapsus memoriae 

publicado por Aristófanes às 00:29

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Sábado, 2 de Fevereiro de 2008

A NOSSA TURMA

 

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           A que corresponde, exactamente, a expressão  a  nossa turma ?

           Penso que  a  nossa turma  será composta por todos aqueles que, frequentando ou não a Admissão em 1947-1948, iniciaram o 1º. Ano em Outubro de 1948 e terminaram o 5º. ano em Julho de 1953, isto é, frequentaram, conjuntamente, os dois ciclos liceais.  

 

Ei-los:

 

 

 

 

 

Artur de Matos Marques

Cremilde Marques Gigante

Elvino Gaspar Aleixo

Engrácia da Luz Silva Matias

José Carlos da Silva Gueifão

Luís Mário Simões Marques

Manuel da Silva Granja

Maria Branca Rosa Bruno

Maria do Céu Farinha

Maria Júlia Marques Mira

Mário da Silva Rocha

 

 

 

 

 

Conhecem-nos?   

                            

 

Das meninas, não temos hipóteses de reproduzir, aqui, fotografias com aceitabilidade mínima… e nestas coisas, como em muitas outras, em todas afinal, não queremos ferir susceptibilidades!

                        

 

Alguns colegas houve que se juntaram a nós, no 5º. ano, por diversíssimas razões, mas que não considero que  façam parte de a nossa turma [nos moldes supra definidos]! 

 

E, de facto, se não estou em erro, todos os que iniciaram o 1º. ciclo, fazendo o 5º. ano, também fizeram a Admissão, salvo uma  menina:  a  Maria Júlia Marques Mira!

 

 

             A Admissão foi um ano fundamental nas nossas vidas! Deu-nos uma preparação séria e aprofundada em todas as disciplinas, nomeadamente em Aritmética e Português, que nos foi utilíssima nos anos subsequentes. Por outro lado, e, provavelmente, devido à natureza de cada um de nós, este tempo possibilitou-nos um tal convívio e uma tal aproximação que redundou, no futuro estudantil, numa camaradagem feita de sã amizade e profundo respeito.

 

 

                    Na Admissão, porque éramos pequenos, ainda não estava institucionalizado o princípio da «separação»!

 

Assim, como nós, os da Admissão,  ficávamos no colégio até mais tarde, tendo os restantes anos já saído, nos tempos de recreio brincávamos, todos juntos, ao «ringue» e a outros diversos jogos, naquele tempo, populares nas escolas.

 

Eis o grupo da Admissão, que frequentou o Colégio Velho:

 

 

Abílio Duque Mocho 

António Luís Montez Seco  [Carrega]

Artur de Matos Marques

Cremilde Marques Gigante

Elvino Gaspar Aleixo 

Engrácia da Luz Silva Matias

João Luís

José Carlos da Silva Gueifão

Luís Mário Simões Marques

Manuel da Silva Granja

Maria Branca Rosa Bruno 

Maria do Céu Farinha

Mário da Silva Rocha

 

           

1 – Portão principal.

2 – Segundo portão de entrada

3 – Local onde se jogava ao ringue e a outras brincadeiras próprias do tempo e da idade.

4 – Local de brincadeira dos grandes : chinquilho, ferros, bola…

 

 

      Eis o que resta da Entrada principal do «velho» Colégio:

                                                                                                                            

                                                                                                                

                                                                                                                 

                                                                                                                      

                                                                                                                                                                                                                                                                            

Pormenor I       

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

 

                                                                                                         

Pormenor  II 

                                                                                                  

                      

                                                                                                                                                                               

Como facilmente se verifica, tudo está modificado…  só as lembranças se mantêm

 

  2.II.2008

                                                                    Sócratesdaqui

 

 

 

 

          Post Scriptum

 

     Todavia,  no 5º ano, por vicissitudes várias, a nossa turma foi acrescida com diversos elementos que haviam tido problemas no ano anterior. Algumas meninas e os seguintes rapazes: Manuel de Jesus Igrejas, Matela e, suponho, o Jaime - o Barão.

          Eis algumas fotografias que tirámos no 5º. ano:

 

 Feira dos Santos - 1952

 

 

 

Jardim - 1953

 

 Jardim - 1953

 

 SÓCRATES DAQUI

 

publicado por Aristófanes às 18:00

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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

PROLEGÓMENOS

 

 

         Pretende-se, neste  diário,  recordar os idos tempos que decorreram desde o dia 7 de Outubro de 1947 [doze lustros já passados !!!] até finais de Julho de 1953, terminados que foram, em Santarém, os exames do 5º ano.

         Por recordar, entende-se pôr à disposição de todos aqueles/as, que, na Admissão/1º Ano, iniciaram uma longa caminhada de aprendizagens múltiplas, culminada em Santarém,  tudo quanto, constituindo a História desse período da nossa Vida, nos torne hoje, todos ou quase todos septuagenários, meninos e moços  [ não  é  que  sejamos  velhos…     somos  é  jovens  há  muitos,  muitos  anos  … ] : fotografias, documentos, peripécias e momentos de humor ainda retidos no escrínio da memória, inquietações, preocupações…., enfim, tudo quanto naqueles 6/5 anos fez de nós um grupo de Amigos, que os costumes institucionalizados subdividiram em: as meninas e os rapazes  

                                                                                                              

 

 

         [  Embora alguns de nós se não vejam há mais de cinquenta anos!!!   No milénio passado!!!   Vicissitudes da vida assim o propiciaram!!! ].

 

         Primeiro, a caminho do Colégio Velho, na Quinta das Encruzilhadas, depois, trepando até ao alto do Calvário, através de vivências várias, construímos as nossas bases, bases sólidas, que nos permitiram enfrentar a dureza da «vida» e que, graças a elas, fomos o que fomos e... o que ainda hoje somos!.

Foi naquele Monte, naquela Casa, que alguns de nós quebraram cadeias ancestrais, deixando de ser o que os nossos avós tinham sido e que, com amoroso carinho e zelo,  haviam transmitido a nossos pais.

Libertámo-nos, alguns, das agruras duras duma vida agreste, cumprindo a máxima/divisa:

 

Estuda!  Faz-te Homem!  Garante a tua vida livre!

         É revivendo estes tempos, agora que quase todos, definitiva ou parcialmente, regressaram, ou estão regressando, às origens, que melhor poderemos avaliar os sacrifícios que, em muitos casos, os nossos maiores fizeram com imenso entusiasmo, amor, devoção e finalmente com o compensador e reconfortante sentimento de dever cumprido!!! 

E, por outro lado, recordar-nos-á, igualmente,  as euforias e disforias havidas e, também, os momentos de salutar convívio de que fomos partícipes.

 

Assim, a todos aqueles que tenham algum material relativo a estes tempos, ou que ainda se lembrem de momentos vividos em comum ou isoladamente, e que, através do éter os queiram compartilhar, pedimos que  no-los enviem para o endereço electrónico:  socratesdaqui@sapo.pt   

    

 

Para alguns, de convívios recentes, um abraço, para outros o mesmo abraço, mas semi-secular … e também uma imensa saudade para aqueles que, por feitos singulares,  «da lei da morte se foram libertando»!, não vivendo, agora, senão num lugar privilegiado da nossa mente.

                                                 

                                                 

 

 

 

 

Sócrates Daqui

 

publicado por Aristófanes às 19:53

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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Votos de Ano Bom

 

 

 

                            Votos de Ano Bom

 

        Desejamos a todos os implicados neste espaço e a todos os demais que em redor dele coexistiram e também a todos os restantes, sem excepção, um Novo Ano repleto de tudo aquilo que mais se deseja: Saúde, Paz, Prosperidade, Justiça e Clarividência!

 

 

 

publicado por Aristófanes às 20:25

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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Info...

     Este diário encontra-se em fase de estruturação!
publicado por Aristófanes às 22:40

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